Autor: aldeiacom

Foto da autora do artigo Sigrid Guimarães

Para além da síndrome de tio Patinhas: quanto é necessário juntar?

Quem busca patrimônio almeja desfrutar, não só acumular. Exceto os afetados pela “síndrome de Tio Patinhas”.

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“É preciso resistir às telas”

Em 2015, a psicóloga Luiza Brandão passou a perceber uma tendência entre os adolescentes que atendia no seu consultório em São Paulo. “Começaram a aparecer pacientes com questões relacionadas ao uso excessivo de videogames. A maioria era de meninos, que chegavam com queixas como irritabilidade e ansiedade”, lembra. Interessada no fenômeno, Luiza fez dos videogames o tema da sua tese de doutorado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Sob a orientação da professora Zila Sanchez,

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“A memória é um capital maior do que o botox”

Em 2023, Heloisa Teixeira decidiu abrir mão do sobrenome do primeiro marido, Buarque de Hollanda, mantido após a separação e durante o segundo casamento. Numa homenagem a uma “mulher oprimida pelo patriarcado”, adotou o nome da mãe – e o tatuou nas costas, junto aos dos sete netos. A mudança ocorreu às vésperas da escritora completar 84 anos e de tomar posse de uma das cadeiras da Academia Brasileira de Letras (ABL). 

O fato de uma acadêmica octogenária mudar de nome e fazer a sua décima primeira tatuagem pode espantar quem não conhece a trajetória da professora emérita da Escola de Comunicação da UFRJ.

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Foto de Ricardo Taboaço

A evolução dos family offices

No final do século XIX, grandes magnatas da indústria americana passaram a criar escritórios com critérios e regras próprios para gerir suas fortunas, de modo a manter a riqueza acumulada através de gerações. Eram os primeiros single family offices.

Durante cerca de um século, essa possibilidade permaneceu restrita às pouquíssimas famílias cujo volume patrimonial justificava e permitia arcar com os custos de uma estrutura exclusiva. Para todas as demais, restavam bancos,

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Foto de Priscilla Fonseca

“É impossível permanecer fria quando o divórcio envolve disputa por crianças”

Uma das maiores advogadas brasileiras, a paulistana Priscila Corrêa da Fonseca é professora de Direito Comercial da Universidade de São Paulo e autora de vários livros sobre Direito Societário. Mas foi no Direito de Família que a profissional ganhou fama, a ponto de tornar-se conhecida como Priscila, a Rainha do Divórcio. Uma trajetória que começou em 1973, quando conseguiu a façanha de garantir a guarda de duas crianças para o pai, restringindo as visitas da mãe – sentença quase impensável na época.

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Foto de Sidarta Ribeiro

Despertar para o sonho

O neurocientista Sidarta Ribeiro tem dedicado os últimos meses a fazer um convite aos brasileiros: é hora de voltar a sonhar. Resgatar o sonho que ocorre durante o sono, que raramente lembramos e quase nunca discutimos; e, de olhos abertos, tecer sonhos para o futuro. Autor do best-seller O oráculo da noite, de 2019, e do recente Sonho Manifesto, de 2022 (ambos editados pela Companhia das Letras), o vice-diretor do Instituto do Cérebro da Universidade do Rio Grande do Norte defende a valorização do sonho onírico como um caminho para aprofundar a consciência e produzir novas ideias.

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Foto de Lua Barros

Ser pai e mãe: ninguém nasce sabendo

“Houve um tempo em que quis consertar meus filhos”, diz Lua Barros em seu livro  Eu não nasci mãe – O que precisei desaprender para aprender a ser mãe. Nessa época, era frequente que ela se sentisse impotente depois de brigar com uma de suas quatro crianças. No seu ouvido, uma voz lhe dizia baixinho: “você é uma péssima mãe”. A ex-publicitária, que também vivia a busca por uma nova carreira,

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Ceneide Cevery

“Aquela família brasileira numerosa vai acabar”

Com 40 anos de experiência clínica, a paulista Ceneide de Oliveira Cerveny é uma referência em terapia de família. Além da longa prática em consultório, Ceneide é reconhecida pelo pioneirismo de suas pesquisas sobre o ciclo vital das famílias brasileiras de camadas médias e urbanas. 

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Logo Exame Invest

O mito da riqueza

Não existe uma cifra mágica que, uma vez atingida, livre-nos da imprevisibilidade do futuro e nos exima de criar as condições para enfrentá-la

A palavra “rico” vive envolta em imprecisão e fantasia. Quem diz “Fulano é rico” expressa pouco mais do que uma sensação. Na esperança de extrair alguma objetividade do interlocutor, quase sempre a pergunta que se faz é: “Mas rico quanto?”. Não importa qual seja a resposta, essa é a pergunta errada.

Desde os primórdios da humanidade,

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Foto de Dartiu Xavier

Drogas: do veneno ao remédio, um debate cada vez mais urgente

Cogumelos alucinógenos podem ser usados para combater a dependência do álcool? O Ectasy, usado para aquecer as baladas, pode aliviar o stress pós-traumático? Quais os riscos do uso abusivo de medicamentos como os ansiolíticos e antidepressivos? Dartiu Xavier da Silveira, paulista de 65 anos e professor livre-docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) busca respostas para perguntas como estas em suas pesquisas sobre substâncias psicoativas e dependência. Um tema que ele abraçou em 1986,

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